Qual sua idade, cidade/estado e o que você assina e qual sua crew?
Tenho 27 anos moro em itapevi São Paulo assino SIPROS, me indentifiquei com esse nome, é bem diferente e criativo. Não tenho crew.
Desde que ano você viu que se envolveu com a arte de rua? Conte-nos um pouco sobre como foi o início, o que o fez buscar o graffiti?
Faço graffiti desde 1997, apartir dos meus 12 anos de idade sempre que eu saia com meus pais para o centro de São Paulo, eu via muitos graffitis dos Os Gemeos, Fedos, Tinho, entre outros. Eu ficava feliz em ver aquilo, onde comecei a gostar de graffiti, desenhava muito em minhas camisetas. Em 1997 ganhei uma revista de graffiti, fiz o meu primeiro bomb e até hoje nunca dei o (tal) de tempo de graffiti.
Pinto graffiti frequentemente, meu estilo de vida.
Como foi o processo de evolução para seu estilo, quais são suas inspirações em seus trabalhos?
Eu fiz muito meu oreiudinho que eu criei. Hoje faço realismo e ainda tenho muito que aprender. Evolução se aprende a cada graffiti feito. Minha inspiração para pintar é saber que Deus que me deu esse dom.
Qual foi a oportunidade de trabalho em que mais lhe trouxe satisfação até hoje?
Não tenho um específico, sempre faço trabalhos que me trazem satisfação e orgulho.
Diga os nomes de quem mais você admira e se identifica nos rolês.
Os Gemeos, Does, Fedos, Maumeks, Mundo, Shock, Binho, Eco, Gueto, Dion, Pifo, Dedo, Maze, e entre outros.
O que você acha que um bom artista de rua precisa ter, para ser bem sucedido em seu meio?
Na minha opinião, prescisa ter mais dedicação ao graffiti.
Desde que você começou, até agora, o que mais mudou e o que continua na arte de rua?
Que mudou foi a quantidade de gente fazendo o graffiti, e na rua pra mim continua os que levam a sério.
Qual época você mais curtiu dar roles? Por quê?
Curto fazer roles sempre, mas uma época que me marcou muito foi quando comecei que eramos em 5 manos, sempre juntos: SIPROS, PICKE, ISK, MAZE, NEKS(R.I.P). Foi muito bom.
O que, em sua opinião vem a ser o graffiti? … Ele é legal, ilegal, bonito, feio, da rua, da galeria… o que você de todos estes “suportes” e “características” que são derivados do mesmo?
Pra min o graffiti dependendo da forma que faz, ele é legal, ilegal, feio, zuado, da rua de casa de escritório, do povão e dos ricos, mas eu faço ele pra mim.
Quanto a pichação, qual a sua opinião em relação a esta arte de rua?
Pichação, aos verdadeiros acho pancada de mais.. e as letras são criativas, é um baque para populaçao.
Quero deixar um salve: DJ CRIPTA, JC PIADAS,DÉ AUTOPSIA,CLO APUROS……
Atualmente, você consegue viver da sua arte? Se sim, quais suas dificuldades cotidianas em relação a isto e, no geral, sente-se valorizado no Brasil?
Vivo dela sim. Acredito que oportunidade tem pra todos, só depende de sua força de vontade.
O que você diria para os que estão começando agora? Deixe um recado para quem está lendo esta entrevista.
Seja bem vindo ao graffiti brasileiro. Um salve a todos que estiver lendo esta entrevista um grande abraço fiquem na pazzzzzzzzzzzzzzzzzzzz..

















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