Segundo painel do projeto Interagir com o Graffiti, do grafiteiro Hauli de Caxias do Sul – RS.
XXVl Bienal Brasileira de Arte Fotográfica em Preto e Branco.
Clube do Fotógrafo de Caxias do Sul.
Segundo painel do projeto Interagir com o Graffiti, do grafiteiro Hauli de Caxias do Sul – RS.
XXVl Bienal Brasileira de Arte Fotográfica em Preto e Branco.
Clube do Fotógrafo de Caxias do Sul.
Em Janeiro de 2010 na cidade de Caxias do Sul aconteceu o primeiro painel Interagir com o Graffiti, do graffiteiro Fabio Panone Lopes, mais conhecido como Hauli.
Painel feito com borboletas bem legal.
Caxias do Sul – Os grupos Arte-muro e Escritores realizaram na tarde de sexta-feira, na Praça Dante Alighieri, uma pintura de tonéis que serão usados como lixeiras na próxima Festa da Uva. A atividade, que tinha como tema A juventude em primeiro plano, integrou a 1° Semana da Juventude e foi promovida pela Coordenadoria da Juventude, da Secretaria de Segurança Pública e Proteção Social. O objetivo da iniciativa foi aproximar as políticas de juventude ao público, entre elas o combate às drogas.
Na última quarta-feira, os grupos fizeram uma caminhada do Parque Cinquentenário até a praça distribuindo adesivos da campanha Crack, nem pensar. O movimento nasceu da campanha Disque-vandalismo, com o objetivo de formar novos grafiteiros, usando a arte no combate à pichação, que destrói o patrimônio da cidade. O coordenador do projeto, Hernest Larrat dos Santos, conhecido como Júnior, conta que novos projetos estão previstos nas escolas:
– Geralmente os pichadores começam nas escolas, se fizermos o projeto lá podemos direcioná-los ao grafite.
Entusiasta do grafite desde criança e incentivado pelos pais, o estudante de Arquitetura Fábio Panone Lopes, 23, que assina seus projetos como Hauli, começou a grafitar no grupo Smurfs Crew, no Colégio Santa Catarina, quando essa arte ainda era restrita às periferias e às escolas. Ele conta que o grafite pode não ser fundamental, mas tem um papel muito forte no combate às drogas. De acordo com Hauli, muitos jovens demonstram interesse pela atividade, mas como o material necessário é caro para algumas pessoas, elas acabam não aderindo. Ele defende a criação de um local onde a prática fosse aberta aos interessados.
– Isso ajudaria a tirar as pessoas das ruas – analisa.
O grafiteiro diz que ainda há o que ele chama de “pré-conceito” por parte da sociedade, mas que isso está desaparecendo. Hauli afirma que as pessoas deveriam se permitir a avaliar as artes e observá-las com outros olhos, pois toda a arte provoca um sentimento. Quanto às drogas, o estudante conta que nunca teve contato, e manda um recado para os jovens se manterem longe desse mundo:
– As pessoas devem ocupar a vida com outras atividades, principalmente o trabalho. Tem muita gente fazendo malabares e vendendo flores nas ruas para ganhar a vida, e não precisam de drogas.
Na praça, diversos pedestres demonstraram interesse na atividade. O aposentado Carlos da Silva Machado afirma que o grafite deve ser incentivado.
– É um mais bonito que o outro, e incentiva os jovens – resume o aposentado.
Os trabalhos realizados na sexta-feira serão expostos neste domingo no estacionamento da prefeitura, a partir das 14h. No local, o grupo irá decorar mais tonéis. Também haverá campeonato de skate e outras atividades.
fonte clicrbs
Aqui vai um vídeo feito pelo Cristiano Dub de Caxias do Sul, que mostra como encher uma lata vazia com tinta, ou até misturar cores…. muito útil!