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Posts com a Tag ‘Arte’

Dalton Guetti – Esculturas na ponta do lápis

Postado segunda-feira, 21 de maio de 2012, 11:46.

Escultura em grafite de lápis por Dalton Guetti

Dalton Guetti é um artista brasileiro, nascido em São Paulo no ano de 1961, famoso por criar obras moldando as pontas de lápis.
Para criar seus trabalhos ele basicamente usa 3 ferramentas, são eles uma agulha de costura, uma faca de modelagem e uma lâmina de barbear. O mais impressionante é que ele faz tudo no olho, dispensa o uso de lupas.

Escultura em grafite de lápis por Dalton Guetti

Dalton atualmente mora nos estados unidos, onde trabalha como carpinteiro a 25 anos. Lá ele possui uma caixa de esculturas que quebraram enquanto trabalhava nelas, que ele carinhosamente chama de “a coleção cemitério”. Ele disse: “Tenho poucas peças quebradas por isso decidi cola-las em alfinetes e em expor para uma vitrina. As pessoas podem pensar que é estranho mante-las, mas elas ainda são interessantes. Eu trabalhei nelas por meses para que possam estar mortas agora”.


O maior tempo que ele trabalhou em uma escultura foram dois anos e meio em um lápis, com cadeias de interligação.

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“Next” – Design – O Futuro das Camisetas

Postado sábado, 25 de fevereiro de 2012, 22:08.

Apresentado pela T-world, “NEXT” é um projeto dedicado ao passado, presente e futuro no que se diz respeito à evolução da indústria de camisetas.

De 4 de novembro à 11 de dezembro de 2011, em uma ilha industrial chamada “Sydney’s Cockatoo” na Austrália, rolou o Outpost Project, um grande evento do Street art mundial. Lá, dentro de uma oficina de máquinas pesadas, surgia uma vibrante coleção de mais de mil camisetas, eis o Next!

Neste vídeo diversos designers falam um pouco sobre a cultura e o amor pelas camisetas, algo tão pessoal a cada um de nós, que diz tanto a respeito de nossa personalidade.

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A possibilidade de pichar Berlin!

Postado segunda-feira, 5 de setembro de 2011, 23:33.

A possibilidade de Cripta Djan e Rafael PixoBomb pixarem Berlin - foto Leonardo Soares

“Se você for analisar, o que tem de novo, puro e verdadeiro na arte contemporânea? Só a pichação. O resto é palhaçada, só performance”, diz Djan Ivson, de 27 anos. Orgulhoso por fazer parte do grupo de pichadores que “já engoliu duas Bienais de São Paulo” (as de 2008 e de 2010), ele e seu amigo Rafael “Pixobomb”, encontram a reportagem do Estado no Largo do Paiçandu, no centro da cidade, para falar sobre uma novidade: estão cotados a participar da próxima Berlin Biennale, em 2012. A lista dos participantes do evento só será anunciada daqui a alguns meses, mas a curadora assistente da mostra, Joanna Warsza, esteve em São Paulo em março e fez uma grande entrevista com os pichadores brasileiros. A conversa da “reunião de quatro horas, com três tradutores” vai ser publicada no catálogo da 7.ª Bienal de Berlim. “É uma conquista do nosso movimento”, diz Djan.

Em outubro de 2008, ele estava no grupo que pichou o segundo andar do pavilhão da Bienal de São Paulo, causando tumulto naquela “Bienal do Vazio” e a prisão da jovem Caroline Pivetta da Mota. No ano passado, ainda, o pichador, da gangue “Cripta”, invadiu a instalação do artista Nuno Ramos na 29.ª Bienal e escreveu com spray a frase incompleta “Liberte os urubu”, criando mais rebuliço. “As intervenções foram demostração de potência e eles (da Bienal) mostraram que não estão preparados para a discussão sobre arte e política. Somos subversivos, não temos apego à nossa obra”, defende Djan. “Nossa pegada é mais frenética, o rock do Diabo”, diz Rafael. “Pichação é uma busca existencial daquela parcela de jovens da periferia que escolheu não ficar no anonimato”, continua Djan.

Além das pichações nas duas Bienais, os amigos também estiveram envolvidos em dois episódios anteriores de infração na Faculdade de Belas-Artes – na qual “Pixobomb” era aluno e foi expulso – e na galeria Choque Cultural. Se forem definitivamente confirmados para participar do evento alemão, que tem curadoria do conhecido artista e diretor polonês Artur Zmijewski, cinco “pixadores” (como são identificados por Joanna) do grupo levarão consigo apenas tinta para pichar os muros de Berlim. “O Artur disse que queria que a gente passasse a nossa mensagem para a cidade. Não vai ter nada autorizado pra gente pichar, essa bienal não tem nada de obra física, ela é conceitual. E nossa mensagem na cidade, sem babar, vai ser nas ruas”, conta Djan.

Zmijewski participou da 29.ª Bienal de São Paulo, com curadoria Moacir dos Anjos e Agnaldo Farias, assim como Djan e seus colegas estavam na edição da mostra como artistas convidados para representar, de forma genérica, a “Pixação São Paulo” – e não grafite – por meio de vídeos e fotografias de suas ações na cidade. Mas Djan, com a intervenção na obra de Nuno Ramos (apagada logo em seguida), deu um passo a mais na participação do grupo na exposição. “Mesmo a gente estando incluído no evento, credenciado, isso não tirou a nossa autonomia de pichar lá.”

A interlocução do grupo com os curadores da Bienal de Berlim tem sido feita pelo sociólogo Sérgio Franco. “Agora eles estão sendo levados a sério”, afirma Franco, que ofereceu sua casa para a entrevista entre Joanna e os meninos. O sociólogo e consultor da Unesco, ainda, tem a carta de 16 de agosto assinada por Gabriele Horn, diretora da Berlin Biennale, na qual está o convite endereçado a Caroline Pivetta para integrar a mostra.

Atualmente, a maior preocupação de Djan, Rafael e de seus colegas é a audiência marcada para o próximo dia 15, em Brasília, na qual será decidido o destino de Caroline – ou Carol, como a chamam. Em 2009, ela foi condenada a quatro anos de prisão e a defesa espera usar a carta/convite da Berlin Biennale como argumento em seu favor. “Cuidado, cuidado com danos morais”, diz Rafael “Pixobomb”, referindo-se à futura ação que ele e Djan querem mover contra a Fundação Bienal de São Paulo pelas agressões que sofreram nos dias das duas pichações na instituição.

7ª Berlin Biennale

A próxima edição do evento alemão de arte contemporânea, com curadoria do artista polonês Artur Zmijewski, está marcada para ocorrer entre 27 de abril e 1º de julho de 2012

Fonte Estadão.

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Trajetos Urbanos – Intervenção urbana com skate

Postado terça-feira, 30 de agosto de 2011, 15:38.

Rolê em um skate especialmente modelado para pintar as ruas! Muito bom!

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