Vídeo da FlashBeck Crew do Rio de Janeiro com gravações feitas por volta de 2002. Muito legal, diversas ações de respeito, produções, etc. Mesmo pra quem já viu, vale apena rever e curtir!
Arquivo da Categoria ‘Bombs’
Livro e Vídeos Crack & Shine International
Postado quinta-feira, 22 de setembro de 2011, 15:01.Depois do sucesso da publicação do primeiro livro sobre o graffiti Crack & Shine, surje agora o livro Crack & Shine International, junto com uma série de filmes(em parceria com a Vans) sobre o graffiti ao redor do mundo.
Após passar por Los Angeles, o segundo episódio mostra os grafiteiros Tomek e Horphe em Paris, França.
Trailer do filme sobre graffiti Style Wars 2
Postado quarta-feira, 21 de setembro de 2011, 22:42.Trailer do filme Style Wars 2, que será uma espécie de homenagem ao humorístico Style Wars original do ano 1984, um fantástico documentário sobre o boom do graffiti na época. O Curioso é que não será com os produtores originais (Henry Chalfant e Tony Silver), mas Chalfant está aopiando.
Entrevista com a grafiteira Aline – Via aLetrada
Postado segunda-feira, 19 de setembro de 2011, 18:10.Aline Lorenzon tem 29 anos e começou a pintar os muros de São Paulo no ano de 1997. Através da forte relação com a pixação, passou a observar os trabalhos de grafite pela cidade.
A descoberta da rua como suporte para arte foi muito importante no envolvimento de Aline com o grafite. “Descobri a rua como um suporte gigante para me expressar, uma galeria gratuita de diversos artistas e estilos”.
Nesta entrevista, ela conta um pouco da relação pessoal com a rua e a paixão pelo “bomb”.
Qual é a sua relação com o “bomb” e com o ato de pintar na rua?
Sempre foi uma relação muito boa. Acho que o bomb me traz uma sensação de liberdade, talvez porque na maioria das vezes são feitos sem autorização, tem que ser rápido, tem a adrenalina, tem a coisa da transgressão… E quanto a pintar na rua, grafite é isso! Tem o contato com a realidade. Aliás, graças ao grafite e a rua eu sou a pessoa que sou hoje. Convivo com muitas pessoas que com certeza se chocam com notícias que vêem e ouvem, mas pelas minhas experiências pintando na rua, pude conhecer muito mais de perto realidades que muitos só conhecem pela TV.
Quando começou, surgiu algum tipo de empecilho ou desafio por ser uma mulher escritora de grafite?
Não tive empecilhos, nem mesmo da minha família que sempre me apoiou em tudo o que quis fazer. Também não posso dizer que sofri preconceitos, sempre fui muito incentivada. Já o desafio… Sempre me sinto desafiada principalmente por mim mesma a me descobrir, a fazer algo legal, a superar os meus limites. Nem eu e nem nenhuma grafiteira tem que ser considerada inferior a qualquer grafiteiro, aliás, tem muita mulher pintando por ai quem põe muito homem no chinelo.
Quais foram as suas principais inspirações quando começou a pintar na rua?
Acho que minhas inspirações sempre vieram do meu interior, daquilo que eu estava sentindo no momento, das coisas que eu vivo e vivi.
O que você acha da cena feminina em São Paulo?
A cena cresceu muito da época em que eu comecei até hoje em dia. Tem muita gente com um trabalho muito bom. Tenho visto que tem muitas meninas fazendo letras também, o que eu acho ótimo!
Cada pessoa tem sua história, sua vida, mas acho que ainda falta um pouco mais de atitude. De sair pra rua e chegar pintando.
Como você se vê na rua?
Tenho muitas dúvidas na minha vida… O grafite é uma das poucas certezas que tenho. Deste modo, quando estou na rua pintando, me vejo e me sinto uma pessoa mais importante, mais feliz, mais completa e satisfeita.
Diga o que a Aline representa em uma frase.
Sou péssima nisso… Então, vou colocar um pedacinho de uma música do Bob Marley: “I’m a rebel, soul rebel. I’m a capturer, soul adventurer”.
Mais Aline em: http://www.flickr.com/photos/alinetsc/
Post e fotos via aLetrada – Bela Gregório.

















